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		<title>Circuito carioca de feiras fecha trimestre com balanço positivo</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 14:59:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Inácio de Sousa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sucesso de público e crítica no Bairro Peixoto (Copacabana), na Praça Nossa Senhora da Paz (Ipanema) e na Praça Antero de Quental (Leblon), o Circuito Carioca de Feiras Orgânicas chega ao Jardim Botânico neste sábado, dia 4/9. Os moradores e moradoras podem comprar alimentos saudáveis, livres de agrotóxicos, diretamente do produtor, das 8 às 14 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sucesso de público e crítica no Bairro Peixoto (Copacabana), na Praça Nossa Senhora da Paz (Ipanema) e na Praça Antero de Quental (Leblon), o Circuito Carioca de Feiras Orgânicas chega ao Jardim Botânico neste sábado, dia 4/9. Os moradores e moradoras podem comprar alimentos saudáveis, livres de agrotóxicos, diretamente do produtor, das 8 às 14 horas, na praça da Igreja São José, na Lagoa, em frente ao Colégio de Aplicação da UFRJ.</p>
<p>Realizado pela Associação de Agricultores Biológicos do Estado do Rio de Janeiro (ABIO), em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico Solidário da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro (SEDES), o Circuito Carioca de Feiras Orgânicas reúne 41 produtores fluminenses, dos quais oito atuam como empreendedores individuais e 33 em grupos de Economia Solidária. Juntos, eles oferecem 75 diferentes frutas e hortaliças, além de café, ovos, queijos pães, bolos, compotas, geléias e mel, tudo fresquinho, produzido sem adubos químicos e sem conservantes.</p>
<p>Inaugurado em maio deste ano, o Circuito Carioca de Feiras Orgânicas implantou um novo padrão de comércio na cidade, com feiras intencionalmente pequenas, de até 35 barracas, silenciosas, bem sinalizadas e com feirantes uniformizados. Nelas não há espaço para ambulantes e não se vende peixes nem carnes <em>in natura</em>. O ambiente é limpo, apoiado por banheiros químicos, e os preços, sempre visíveis, são cerca de 35% inferiores aos dos orgânicos à venda nos supermercados.</p>
<p>&#8220;O Circuito Carioca de Feiras Orgânicas nasce do diálogo da Prefeitura com a sociedade. O calendário de inaugurações vem sendo construído por nós e a ABIO com cada uma das associações de moradores dos bairros, e com o apoio da Subprefeitura da Zona Sul e das RAs. É fruto de uma política pública destinada a atender o direito humano à alimentação adequada e a fomentar a produção&#8221;, comenta o secretário Marcelo Henrique da Costa, da Secretaria de Desenvolvimento Econômico Solidário do Rio.</p>
<p><strong>Balancete<br />
</strong>Neste primeiro trimestre de funcionamento, as feiras do Bairro Peixoto e de Ipanema movimentaram R$ 70 mil por mês, o que representa, em média, uma receita mensal bruta de pouco mais de R$ 1.500,00 para cada um dos 41 produtores participantes. O frete ainda é o principal vilão do negócio. Dependendo da distância entre campo e cidade, abocanha de 20% a 50% da féria dos agricultores.</p>
<p>Sensíveis ao problema, para reduzir o impacto do alto custo do transporte, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico Solidário e a ABIO alteraram o desenho inicial do Circuito Carioca, de modo a permitir que os produtores, a cada deslocamento, possam escoar seus produtos em mais de uma feira. Assim, não só o agricultor compensa o alto custo do transporte no aumento das vendas, como não precisa se afastar por mais de um dia da área de produção.</p>
<p>&#8220;A maioria dos produtores, diretamente ou através de seus grupos, vai participar de três feiras por semana&#8221;, informa Cristina Ribeiro, coordenadora da ABIO, que registra, ainda, um aumento significativo das áreas cultivadas, em função da nova oportunidade de escoamento da produção.</p>
<p>O Circuito Carioca de Feiras Orgânicas trouxe também para os agricultores o desafio de acordar preços justos, formados com base nos custos de produção e comercialização. Nesta direção, a ABIO estabeleceu um novo ordenamento de preços mínimos e máximos, já pactuados para 12 dos 75 itens de frutas e hortaliças à venda nas feiras orgânicas. Ganha o produtor e ganha o consumidor, que agora tem também a facilidade de poder pagar suas compras com cartões de crédito ou débito, nas barracas da ABIO.</p>
<p>O Circuito Carioca de Feiras Orgânicas é apoiado pelo Sebrae, a Fundação Banco do Brasil, a San Chef, grife carioca de uniformes, que assina os aventais fabricados em sarja de algodão com 5% de PET em sua composição, e a Tabaruba Design, autora da marca com o símbolo da joaninha, animal que atua na natureza como forte defensivo agrícola. Natural, evidentemente.</p>
<p><strong>Sistema de Orgânicos<br />
</strong>A agricultura orgânica é uma atividade regulamentada por lei em todo o território nacional. Trata-se de um sistema de manejo que privilegia a ecologia, a biodiversidade e a qualidade da vida humana. Não usa produtos sintéticos e emprega três vezes mais mão-de-obra que a agricultura convencional. Promove segurança alimentar e nutricional, desenvolvimento sustentável, fortalecimento da agricultura familiar e redução do êxodo rural.</p>
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		<title>Começa hoje o plebiscito pelo limite da propriedade da terra</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 14:37:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Inácio de Sousa</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Grito dos Excluídos]]></category>
		<category><![CDATA[Limite da Terra]]></category>
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		<description><![CDATA[Começa hoje a mobilização nacional para pressionar o Congresso a estabelecer  um limite para propriedades rurais e ampliar as possibilidades de reforma  agrária. Movimentos sociais promovem, até o dia 7 de setembro, um plebiscito  popular nacional com coleta de votos em todos os estados mais o Distrito  Federal, por meio de comitês [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Começa hoje a mobilização nacional para pressionar o Congresso a estabelecer  um limite para propriedades rurais e ampliar as possibilidades de reforma  agrária. Movimentos sociais promovem, até o dia 7 de setembro, um plebiscito  popular nacional com coleta de votos em todos os estados mais o Distrito  Federal, por meio de comitês em universidades, sindicatos e comunidades  religiosas ligadas às 50 entidades engajadas na mobilização. O encerramento da coleta de votos coincide com o 16º Grito dos Excluídos,  mobilização promovida pela Pastoral Social, ligada à Igreja Católica no Brasil.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-1221" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;" title="LimitePropriedade2010" src="http://www.ims.org.br/wp-content/uploads/2010/09/LimitePropriedade2010.png" alt="" width="268" height="350" />O Brasil é o segundo maior concentrador de terras do mundo. Uma desigualdade histórica, que se expressa no fato de as unidades de produção com menos de dez hectares ocuparem apenas 2,36% de área do território nacional, mesmo sendo a imensa maioria numérica. Este cenário motivou o Fórum Nacional pela Reforma Agrária (FNRA) a propor ao conjunto da sociedade o plebiscito, de caráter popular.</p>
<p>Medida indicada em uma série de países (quadro abaixo), o limite jurídico da propriedade da terra inexiste no Brasil. O Fórum propõe um máximo de 35 módulos fiscais como a área que um proprietário possa ter em mãos. Propriedades superiores a essa medida seriam incorporadas à reforma agrária pelo poder público. O módulo fiscal varia de região para região, definido para cada município de acordo com critérios, tais como: proximidade da capital e infraestrutura urbana, qualidade do solo, relevo e condições de acesso. No Paraná, por exemplo, o enquadramento de 35 módulos fiscais equivale a uma média de 1035 hectares. Já no Amazonas, a área torna-se mais extensa e atinge 3.500 hectares.</p>
<p>O FNRA e Justiça no Campo é composto por 54 entidades. Somam-se ao plebiscito a Assembléia Popular (AP) e o Grito dos Excluídos, entre outros movimentos sociais. Entidades como a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e o Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (Conic) apóiam a iniciativa.</p>
<p>A população é também chamada a participar de uma coleta de assinaturas para um projeto de emenda constitucional (PEC) para seja inserido um quinto inciso no artigo 186 da Constituição, no que se refere ao cumprimento da função social da propriedade rural. De acordo com os organizadores do plebiscito, o voto e o abaixo-assinado são complementares.</p>
<p>&#8220;Trata-se de uma questão que interessa a todos, pois estabelecer o limite da propriedade significa democratizar o acesso à terra e possibilitar a fixação do homem no campo, evitando inúmeros problemas que a migração para as cidades causa. A articulação com as comunidades de base é chave, seja pela importância do tema, seja pela rede espalhada em todo o Brasil&#8221;, avalia Luis Bassegio, militante da Assembleia Popular e do Grito dos Excluídos.</p>
<p><img class="aligncenter" title="tabela" src="http://www.brasildefato.com.br/v01/agencia/nacional/plescito_tabela.gif" alt="" width="700" height="300" /></p>
<p><strong>Contexto do debate</strong><br />
Dom Ladislau Biernarski, presidente nacional da Comissão Pastoral da Terra (CPT), afirma que o plebiscito dialoga com o tema central da Campanha da Fraternidade de 2010, que toca na desigualdade do capitalismo, com o &#8220;Fraternidade e Economia – Vocês não podem servir a Deus e ao dinheiro&#8221;, e tem o seu desfecho com o &#8220;Grito dos Excluídos&#8221;, realizado na Semana da Pátria, também de 1º a 7 de setembro.</p>
<p>De acordo com a proposta do plebiscito, apenas cerca de 50 mil proprietários teriam sua propriedade limitada, o que ao mesmo tempo liberaria uma área de 200 milhões de hectares para a reforma agrária. &#8220;É vantajoso para um país que deixemos de ter quatro milhões de sem terra, onde 2% dos proprietários possuem mais de metade das terras&#8221;, coloca Biernarski.</p>
<p>O artigo 184 da Constituição Brasileira se refere à função social da propriedade e impõe que o Estado cumpra a reforma agrária. No entanto, logo depois, o mesmo documento também estabelece o direito à propriedade privada e define que a reforma agrária não toque na média propriedade e naquela definida como produtiva. A proposta do plebiscito é inserir o limite da propriedade da terra no artigo 186 na forma de um quinto inciso, somado aos atuais quatro que definem a função social. No entanto, para atingir na prática a função social da terra, como afirma Biernarski, &#8220;será necessário pressão das organizações sociais&#8221;.</p>
<p>Luis Bassegio analisa que o tema da terra, em diferentes momentos históricos, enfrentou resistência das frações mais conservadoras da elite brasileira. &#8220;Isso tem a ver com o poder da oligarquia agrária no Brasil. Ela é muito retrógrada, não vê que a solução de nossos problemas em boa parte está no campo, ela continua cega em sua visão de que falar em reforma agrária é igual a comunismo. Por outro lado, é necessária uma maior articulação da sociedade no sentido de apoiar efetivamente as lutas dos trabalhadores no campo&#8221;, propõe.</p>
<p>A questão do elevado consumo de agrotóxicos, a alteração no Código Ambiental em favor do agronegócio, o controle das transnacionais sobre a terra e a água, são diferentes debates que atravessam a atual conjuntura e devem estar presentes no trabalho de conscientização que antecede os dias de votação do plebiscito. &#8220;Temos que trabalhar a reforma agrária abrangente, que cuide de fato da alimentação da população, sem veneno, em que haja o confisco das terras onde há trabalho escravo&#8221;, defende Biernarski. No que se refere ao uso do trabalho escravo pelos grandes proprietários, dados recentes da CPT apontam que, em 25 anos, 2.438 ocorrências de trabalho escravo foram registradas, com 163 mil trabalhadores.</p>
<p>Falar na propriedade da terra é tocar no assunto da terra em mãos estrangeiras. O Sistema Nacional de Cadastro Rural do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) elaborou um mapa da distribuição de terras brasileiras compradas por estrangeiros. São 4,3 milhões de hectares distribuídos em 3.694 municípios. &#8220;A questão da terra é fundamental para a identidade nacional. O limite da propriedade da terra existe em quase todos os países, a terra não pode nunca perder sua importância, seu significado de ser a primeira referência de um país, quando olhamos sua geografia e sua história&#8221;, comenta o bispo de Jales e presidente da Cáritas Brasileira, dom Demétrio Valentini.</p>
<address>Fonte: Brasil de Fato e FNRA</address>
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		<title>Colóquio debate Economia Solidária como estratégia de combate à pobreza</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 22:12:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Inácio de Sousa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes) deu início hoje (26/8) ao Colóquio Internacional Recursos na Luta Contra a Pobreza &#8211; Entre controle societal e reconhecimento social. O evento é uma promoção em parceria com a Universidade Nova de Lisboa (Portugual) e a Université de Fribourg (Suíça). Entre diversos temas diretamente relacionados ao eixo temático [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes) deu início hoje (26/8) ao Colóquio Internacional Recursos na Luta Contra a Pobreza &#8211; Entre controle societal e reconhecimento social. O evento é uma promoção em parceria com a Universidade Nova de Lisboa (Portugual) e a Université de Fribourg (Suíça). Entre diversos temas diretamente relacionados ao eixo temático do Colóquio figura a Economia Solidária. Shirlei A.A. Silva, analista social do Instituto Marista de Solidariedade (IMS) e coordenadora do Projeto Nacional de Comercialização Solidária (PNCS), será debatedora na mesa &#8220;Economia Solidária: possibilidades de emancipação na vida social?&#8221;.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1215  aligncenter" title="coloquio" src="http://www.ims.org.br/wp-content/uploads/2010/08/coloquio.jpg" alt="" width="600" height="92" /></p>
<p>O Colóquio segue até sábado (28) e se configura como uma ponte entre os debates brasileiros e o Ano Europeu da Luta contra a Pobreza e a Exclusão Social, que decorre durante este ano de 2010. A problemática do evento, destacada na página oficial (<a href="http://www.coloquiointernacional.unimontes.br/">http://www.coloquiointernacional.unimontes.br</a>), aponta que para além &#8220;do horizonte europeu e conscientes dos efeitos solidários e do interesse da comparação transnacional, gostaríamos de participar no esforço de reflexão que é feito sobre as novas orientações das políticas sociais no Brasil e na América Latina&#8221;.</p>
<p>Na noite de abertura, duas conferências de abertura esquentam as discussões. &#8220;L’intervention publique contre la pauvreté: entre conditionnement et liberté&#8221; será a intervenção de Guy Bajoit, professor emérito da Universidade Católica de Lovaina (Bélgica). Paralelamente, o professor Otávio Dulci, da Universidade Católica de Minas Gerais, irá tratar das &#8220;Políticas de transferência de renda e combate à pobreza: uma análise comparada de experiências internacionais&#8221;.</p>
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		<title>Reunião virtual define etapas da II Feira Nacional de Economia Solidária</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 13:07:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Inácio de Sousa</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Bahia]]></category>
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		<description><![CDATA[Participantes do Fórum Baiano de Economia Solidária, representantes de secretarias do governo estadual da Bahia e integrantes da Secretaria Nacional de Economia Solidária (SENAES) e do Fórum Brasileiro de Economia Solidária (FBES) reúnem-se hoje (quarta, 25), a partir das 14 horas, com a coordenação do Projeto Nacional de Comercialização Solidária para debater a realização da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Participantes do Fórum Baiano de Economia Solidária, representantes de secretarias do governo estadual da Bahia e integrantes da Secretaria Nacional de Economia Solidária (SENAES) e do Fórum Brasileiro de Economia Solidária (FBES) reúnem-se hoje (quarta, 25), a partir das 14 horas, com a coordenação do Projeto Nacional de Comercialização Solidária para debater a realização da II Feira Nacional de Economia Solidária, em dezembro, na cidade de Salvador-BA. A reunião acontece à distância, por videoconferência.</p>
<p>A concepção do projeto da Feira Nacional envolve a criação de uma Cidade Solidária, uma provocação pública pela mudança do nosso paradigma de sobrevivência. É um desafio pela organização de espaços mais solidários e justos de convivência, produção, aprendizagem e cultura, para citar apenas alguns aspectos da proposta. A data, o local e as comissões que organizarão a feira serão definidas a partir desta reunião de hoje.</p>
<p>O Instituto Marista de Solidariedade, responsável pela execução do Projeto Nacional, está na organização da II Feira Nacional, articulando nos níveis nacional e estadual o poder público e a sociedade. Acompanhe a organização e as principais notícias da atividade aqui na página do IMS.</p>
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		<title>Programa de Agroindústria faz balanço e debate estratégias para SUASA</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Aug 2010 12:49:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Inácio de Sousa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Secretaria da Agricultura Familiar do Ministério do Desenvolvimento Agrário (SAF/MDA) realiza hoje (24) e amanhã (25), em Brasília-DF, a 5ª Reunião da Rede Temática de Ater de Agroindústria. Os objetivos são debater e fazer um balanço do Programa de Agroindústria e, ainda, apresentar e discutir estratégias de implantação do Sistema Único de Atenção à [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Secretaria da Agricultura Familiar do Ministério do Desenvolvimento Agrário (SAF/MDA) realiza hoje (24) e amanhã (25), em Brasília-DF, a 5ª Reunião da Rede Temática de Ater de Agroindústria. Os objetivos são debater e fazer um balanço do Programa de Agroindústria e, ainda, apresentar e discutir estratégias de implantação do Sistema Único de Atenção à Sanidade Agropecuária (Suasa).</p>
<p>Participam do evento 27 técnicos das empresas de assistência técnica e extensão rural estaduais, integrantes da Rede, além de representantes do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), Embrapa Agroindústria de Alimentos do estado de São Paulo e da Associação para Gestão de Projetos de Fortalecimento das Economias Rurais e Desenvolvimento Territorial (AGRIFEST), parceiros da SAF em ações voltadas para projetos de agroindústria.</p>
<p>O coordenador geral de Planejamento e Implementação de Projetos da Secretaria, José Adelmar Batista, disse que a realização do encontro será importante, pois, além do balanço, serão apresentadas novidades sobre os programas desenvolvidos. &#8220;Em primeiro lugar, vamos realizar um balanço das ações de Agroindústria e do Suasa. Em seguida, apresentaremos as novidades deste Sistema para os participantes e, também, o planejamento para o ano de 2011&#8243;, esclarece.</p>
<p>A Rede Temática de Agroindústria é um processo planejado de articulação entre a SAF &#8211; por meio do Programa de Agroindústria &#8211; e entidades públicas de Ater e da sociedade civil organizada. Seu objetivo é aprofundar discussões sobre a temática da agroindústria, de modo a subsidiar a formulação e implementação de políticas públicas voltadas para a inserção dos agricultores no processo de agroindustrialização da sua produção, por ser uma temática altamente geradora de emprego e renda para os agricultores familiares.</p>
<p>As prioridades da Rede para o período que compreende o ano de 2007 até o ano de 2010 são: apoio à estruturação de programas estaduais de agroindústrias nas unidades da federação, intercâmbio de experiências entre os parceiros da rede, capacitação em boas práticas de fabricação, concepção de projetos de agroindustrias e gestão de agroindústria, aprofundamento das discussões sobre legislações sanitária, ambiental, tributária e fiscal, e o relacionamento das agroindústrias com os conselhos de classe e a estruturação das redes de agroindústrias.</p>
<p><strong>Sobre o Programa de Agroindústria e Suasa<br />
</strong>O Programa de Agroindústria da SAF/MDA foi criado em julho de 2003. Coordenado pelo Departamento de Implementação de Projetos, sua função é apoiar a inclusão dos agricultores familiares no processo de agroindustrialização e comercialização da sua produção, de modo a agregar valor, gerar renda e oportunidades de trabalho no meio rural e garantir melhores condições de vida das populações beneficiadas.</p>
<p>Regulamentado em 2006, o Suasa é um sistema de inspeção sanitária de legalização e implementação de novas agroindústrias, criado para facilitar a comercialização dos produtos industrializados no mercado formal em todo o território nacional.</p>
<address>[+] Programação na <a href="http://www.mda.gov.br/portal/saf/noticias/item?item_id=5239715" target="_blank"><span style="color: #000000;">página do MDA</span></a>.</address>
<address>Fonte: MDA</address>
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		<item>
		<title>Selecionados 140 EES para participar do SNCJS</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Aug 2010 17:44:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Inácio de Sousa</dc:creator>
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		<category><![CDATA[PNCS]]></category>
		<category><![CDATA[seleção]]></category>
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		<description><![CDATA[Foi finalizado ontem (dia 6/8) o processo de seleção de empreendimentos econômicos solidários (EES) interessados em participar do processo de construção do Sistema Nacional de Comércio Justo e Solidário (SNCJS). Foram inscritas 249 iniciativas de todos os estados brasileiros, com exceção de Sergipe. A comissão de seleção pontuou os aspectos fundamentais e desejaveis para a participação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi finalizado ontem (dia 6/8) o processo de seleção de empreendimentos econômicos solidários (EES) interessados em participar do processo de construção do Sistema Nacional de Comércio Justo e Solidário (SNCJS). Foram inscritas 249 iniciativas de todos os estados brasileiros, com exceção de Sergipe. A comissão de seleção pontuou os aspectos fundamentais e desejaveis para a participação e 140 EES foram destacados (a lista completa dos selecionados está disponível mais abaixo para baixar e visualizar).</p>
<p>O SNCJS é um sistema ordenado de parâmetros que visam promover relações comerciais mais justas e solidárias, articulando e integrando os empreendimentos e seus parceiros colaboradores em todo o território brasileiro. A seleção para participar do processo de construção é a primeira etapa de uma capacitação e adequação aos princípios e critérios do Sistema, na modalidade organizacional.</p>
<p>Esta ação será conduzida nacionalmente através do Projeto Nacional de Comercialização Solidária e se enquadra na meta de Organização Nacional de Comercialização dos Produtos e Serviços de Empreendimentos Econômicos Solidários, do Programa Economia Solidária em Desenvolvimento (Plano Plurianual 2008 – 2011), sob a responsabilidade da Secretaria Nacional de Economia Solidária (SENAES/MTE). O Instituto Marista de Solidariedade (IMS), juntamente com a SENAES/MTE, Fórum Brasileiro de Economia Solidária (FBES), FACES do Brasil e demais parceiros, irá viabilizar a assessoria aos EES para auto avaliação e plano de adequação ao SNCJS no período de agosto a dezembro de 2010.</p>
<p><strong>CRITÉRIOS DA SELEÇÃO<br />
</strong>A princípio o Edital 01/2010 previa a seleção de 100 EES. Mas o grande número de inscrições e a qualidade das iniciativas apresentadas provocaram uma nova avaliação da comissão de seleção e o número foi ampliado. O trabalho de escolha tomou como base os seguintes recortes:</p>
<ul>
<li>Contemplar EES das diferentes regiões do Brasil;</li>
<li>Contemplar EES urbanos e rurais;</li>
<li>Contemplar a representação dos diferentes segmentos e cadeias produtivas (produção, serviços, beneficiamento, distribuição, comercialização, consumo e finanças);</li>
<li>Contemplar EES de pequeno, médio e grande porte (formalizados ou não-formalizados);</li>
<li>Contemplar EES de povos e comunidades tradicionais (indígenas, quilombolas, ribeirinhas entre outros);</li>
<li>Contemplar EES formados por mulheres.</li>
</ul>
<p>Do total de empreedimentos selecionados, 38 (trinta e oito) são formados exclusivamente por mulheres, são 39 (trinta e nove) de grande porte, 47 (quarenta e sete) médios e 54 (cinquenta e quatro) de pequeno porte. Grande parte são de empreendimentos urbanos (67), mas foram selecionados 36 (trinta e seis) mistos e 37 (trinta e sete) rurais.</p>
<p>A maioria dos empreendimentos trabalha com a comercialização de seus produtos (123), sendo que parte deles também produz aquilo que vende (115).  Foram selecionados outros 30 (trinta) EES que desenvolvem o beneficiamento, 31 (trinta e um) que oferecem serviços, 4 (quatro) do campo das finanças solidárias, 4 (quatro) organizam grupos de consumo e um (1) declarou que trabalha com distribuição.</p>
<p>Entre os selecionados estão comunidades e povos indígenas (4), de pescadores e pescadoras (6), ribeirinhas (8) e quilombolas (6). Três (3) empreendimentos declararam trabalhar com extrativismo, um (1) é formado por pessoas remanescentes de área de parque.</p>
<p>Era fundamental para as iniciativas inscritas reconhecer-se como EES, ou seja, trabalhar em autogestão com base na cooperação e na solidariedade; desenvolver uma atividade permanente com fins econômicos, com existência comprovada de no mínimo 2 anos; demonstrar interesse e disponibilidade em participar da construção do SNCJS; e não admitir nem praticar trabalho escravo ou exploração do trabalho infantil.</p>
<p>Contaram para pontuação alguns aspectos considerados &#8220;desejáveis&#8221;, como participar de redes e/ou fóruns de Economia Solidária; apresentar carta de referência de parceiro; estar envolvido em processos comunitários pelo desenvolvimento local; e atuar com respeito à saúde e ao meio ambiente. A Ata da Seleção e a pontuação dada para os EES está disponível para consulta no Instituto Marista de Solidariedade.</p>
<p>[+] <a href="http://www.ims.org.br/wp-content/uploads/2010/08/Lista-de-EES-Selecionados.pdf" target="_blank">Lista dos EES selecionados</a>.</p>
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		<title>Dia da Mulher na Fercal reforça combate à violência contra a mulher</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Aug 2010 21:53:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Inácio de Sousa</dc:creator>
				<category><![CDATA[notícias]]></category>
		<category><![CDATA[gênero]]></category>
		<category><![CDATA[mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Acolher]]></category>

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		<description><![CDATA[O Projeto Acolher e o &#8220;Flor do Acolher&#8221; &#8211; Grupo de Mulheres Costureiras da Fercal, em parceria com a Federação dos Trabalhadores em Turismo e Hospitalidade (FETRATUH-DF) e entidades filiadas, realizaram no último dia 31/7 (sábado) um dia de atividades em comemoração ao Dia da Mulher da Fercal, com o objetivo de conscientizar e erradicar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="lightbox" title="Acolher (2)" href="http://www.ims.org.br/wp-content/uploads/2010/08/Acolher-2.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1202" style="margin-left: 3px; margin-right: 3px;" title="Acolher (2)" src="http://www.ims.org.br/wp-content/uploads/2010/08/Acolher-2-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>O Projeto Acolher e o &#8220;Flor do Acolher&#8221; &#8211; Grupo de Mulheres Costureiras da Fercal, em parceria com a Federação dos Trabalhadores em Turismo e Hospitalidade (FETRATUH-DF) e entidades filiadas, realizaram no último dia 31/7 (sábado) um dia de atividades em comemoração ao Dia da Mulher da Fercal, com o objetivo de conscientizar e erradicar a violência contra mulheres e seus reflexos.</p>
<p>O evento é uma extensão do &#8220;Projeto Viver Mulher, Respeito, Dignidade e Igualdade &#8211; Não à Violência&#8221;, que também enfatiza este ano o &#8220;Empoderamento da Mulher&#8221;. A ação contou com a presença de mulheres da Fercal que assistiram palestras que trataram de temas relevantes no universo feminino, entre os quais a Lei 11.340/2006, conhecida como Lei Maria da Penha. A Fercal é uma comunidade da cidade de Sobradinho-DF.</p>
<p>As mulheres também participaram de dinâmicas de grupo e de sorteios de brindes. Duas pessoas foram sorteadas para passarem por uma transformação na Sala de Beleza. Os mulheres que participaram do evento receberam a Lei Maria da Penha e outros materiais informativos para sua maior informação quanto à prevenção da violência. Receberam também preservativos masculinos e femininos.</p>
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		<title>Empoderamento da Mulher é tema de encontro na Comunidade Fercal</title>
		<link>http://www.ims.org.br/?p=1193</link>
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		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 13:22:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rizoneide</dc:creator>
				<category><![CDATA[notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[No dia 31 deste mês, na Comunidade Engenho Velho &#8211; Fercal, será realizado um evento em comemoração a mulher que tem como objetivo a conscientização e erradicação da violência contra mulheres e seus reflexos. Esta atividade é uma extensão do Projeto Viver Mulher, Respeito, Dignidade e Igualdade &#8211; não a violência, que este ano enfatizará [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 31 deste mês, na Comunidade Engenho Velho &#8211; Fercal, será realizado um evento em comemoração a mulher que tem como objetivo a conscientização e erradicação da violência contra mulheres e seus reflexos. Esta atividade é uma extensão do Projeto Viver Mulher, Respeito, Dignidade e Igualdade &#8211; não a violência, que este ano enfatizará também o EMPODERAMENTO DA MULHER. Uma iniciativa da FETRATUH-DF em parceria com entidades filiadas.</p>
<p>O Projeto Acolher, desenvolvido pelo Instituto Marista de Solidariedade, por meio do grupo de mulheres costureira da Fercal &#8211; Flor do Acolher -  participa da organização do evento e convida todas/os para prestigiar a atividade.</p>
<p>Local: Centro Comunitário, na Rodovia DF 150, Lt 12, Km 12, Engenho Velho &#8211; Fercal.</p>
<p>Horário: 08 1as 13h</p>
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		<title>URGENTE: prorrogado prazo para inscrição de empreendimentos para participação do SNCJS</title>
		<link>http://www.ims.org.br/?p=1188</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 14:55:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rizoneide</dc:creator>
				<category><![CDATA[notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A União Brasileira de Educação e Ensino – Instituto Marista de  Solidariedade (UBEE/IMS) e a Secretaria Nacional de Economia Solidária  (SENAES/MTE), em parceria com o Fórum Brasileiro de Economia Solidária  (FBES) e o Fórum de Articulação do Comércio Justo e Solidário (Faces do  Brasil), convidam Empreendimentos Econômicos Solidários (EES) a se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A União Brasileira de Educação e Ensino – Instituto Marista de  Solidariedade (UBEE/IMS) e a Secretaria Nacional de Economia Solidária  (SENAES/MTE), em parceria com o Fórum Brasileiro de Economia Solidária  (FBES) e o Fórum de Articulação do Comércio Justo e Solidário (Faces do  Brasil), convidam Empreendimentos Econômicos Solidários (EES) a se  candidatarem para participar do processo de construção do Sistema  Nacional de Comércio Justo e Solidário (SNCJS), por meio de assessoria  para auto avaliação e elaboração de plano de adequação destes EES,  conforme os princípios e critérios do SNCJS, na modalidade  ORGANIZACIONAL, de acordo com o Termo de Referência do SNCJS (<em>edital, termo de referência e ficha de inscrição estão disponíveis mais abaixo</em>).</p>
<p><strong>PRAZOS PARA INSCRIÇÃO<br />
O prazo para o recebimento das propostas dos EES foi prorrogado até o dia o 30 de julho de 2010.<br />
</strong></p>
<p>As propostas deverão ser encaminhadas ao Instituto Marista de  Solidariedade (IMS) no endereço eletrônico (ecosol@marista.edu.br) até o  dia <strong>30 de julho</strong>, impreterivelmente. Também podem ser POSTADAS no correio, até o dia <strong>28 de julho</strong>, para o endereço:<br />
Setor de Diversões Sul (SDS), Bloco F, Nº 27<br />
Conjunto Baracat, Salas 113/115<br />
CEP: 70392-900 – Brasília/DF.</p>
<p>A divulgação dos 100 EES selecionados será apresentada nas páginas eletrônicas (<em>sites</em>):</p>
<ul>
<li><a href="../">www.ims.org.br</a></li>
<li><a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.fbes.org.br');" href="http://www.fbes.org.br/" target="_blank">www.fbes.org.br</a></li>
<li><a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.facesdobrasil.org.br');" href="http://www.facesdobrasil.org.br/" target="_blank">www.facesdobrasil.org.br</a></li>
<li><a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.mte.gov.br');" href="http://www.mte.gov.br/" target="_blank">www.mte.gov.br</a></li>
</ul>
<p>Baixe os arquivos (em PDF) do Edital, do Termo de Referência e (em DOC e ODT) da Ficha de Inscrição abaixo:</p>
<ul>
<li><a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2010/06/EditalSelecao_EES_SNCJS.pdf');" href="../wp-content/uploads/2010/06/EditalSelecao_EES_SNCJS.pdf" target="_blank">Edital de Seleção</a></li>
<li><a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2010/06/Termo_Referencia_SNCJS.pdf');" href="../wp-content/uploads/2010/06/Termo_Referencia_SNCJS.pdf" target="_blank">Termo de Referência</a></li>
<li>Ficha de Inscrição (<a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2010/06/Ficha-de-Inscricao-SNCJS.doc');" href="../wp-content/uploads/2010/06/Ficha-de-Inscricao-SNCJS.doc" target="_blank">.doc</a>) (<a href="../wp-content/uploads/2010/06/Ficha-de-Inscricao-SNCJS.odt" target="_blank">.odt</a>) (<a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/downloads/wp-content/uploads/2010/06/Ficha_Inscricao_SNCJS.pdf');" href="../wp-content/uploads/2010/06/Ficha_Inscricao_SNCJS.pdf" target="_blank">.pdf</a>)</li>
</ul>
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		<title>Jovens formados pelo CRC lançam cooperativa em Recife</title>
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		<comments>http://www.ims.org.br/?p=1185#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 25 Jul 2010 23:46:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rizoneide</dc:creator>
				<category><![CDATA[notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Foi lançada no dia 22 de julho de 2010, no Auditório Apipipos, da  Faculdade Marista,em Recife, a 1ª Cooperativa EcoTEC.i9, fruto do  trabalho desenvolvido e realizado pelo Centro de Recondicionamento de  Computadores do Recife CRC. O CRC-Recife integra o Projeto Computadores  para Inclusão (Projeto CI) que consiste numa rede nacional de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi lançada no dia 22 de julho de 2010, no Auditório Apipipos, da  Faculdade Marista,em Recife, a 1ª Cooperativa EcoTEC.i9, fruto do  trabalho desenvolvido e realizado pelo Centro de Recondicionamento de  Computadores do Recife CRC. O CRC-Recife integra o Projeto Computadores  para Inclusão (Projeto CI) que consiste numa rede nacional de  reaproveitamento de equipamentos de informática, formação profissional e  inclusão digital. Equipamentos descartados por órgãos do governo,  empresas e pessoas físicas são recuperados nesses centros e doados a  telecentros, escolas e bibliotecas de todo o país. Os formandos  receberam esse preparo e agora, aptos para suas funções, iniciam sua  trajetória no mercado de trabalho. Segundo o presidente da EcoTEC.i9,  Renato Pereira, a cooperativa já conta com parcerias fortes e o trabalho  sócio-digital, de acordo Renato, visa crescimento e disseminação pelo  país em um curto espaço de tempo. Ele elogiou o empenho dos jovens  qualificados pelo CRC- RE que conseguiram driblar as dificuldades e  abriram a cooperativa. “Eles são vencedores. Não tinham perspectivas,  mas acreditaram e as portas se abriram”, afirmou Renato Pereira.O  Diretor Social do CRC-RE, Ir. Vicente Falqueto, esteve presente no  lançamento da Cooperativa EcoTEC.i9 e comemorou o êxito dos jovens.  “Acreditamos no protagonismo juvenil prova disso é o projeto CRC que os  preparou para o mercado de trabalho e agora os impulsiona à conquista da  autonomia deles.” Após a cerimônia de lançamento, aconteceu um coquetel  aos participantes que prestigiaram esse momento de vitória do CRC. A  Província Marista Brasil Centro &#8211; Norte parabeniza todos os jovens que  acreditaram em si e nesse dia realizam parte do sonho de Champagnat, que  sempre lutou pela felicidade e realização do próximo. Os cumprimentos  extensivos ao Ir. Vicente Falqueto e ao coordenador geral do CRC -Recife  Domingos Sávio de França, pelo profissionalismo e doação ao crescimento  desses novos profissionais da tecnologia.</p>
<p>Confira alguns momentos:</p>
<p><!-- 			.gallery { 				margin: auto; 			} 			.gallery-item { 				float: left; 				margin-top: 10px; 				text-align: center; 				width: 33%;			} 			.gallery img { 				border: 2px solid #cfcfcf; 			} 			.gallery-caption { 				margin-left: 0; 			} 		 --> <!-- see gallery_shortcode() in wp-includes/media.php --></p>
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</dl>
</div>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Por Fernanda Carmo (Analista Social &#8211; Jornalista) da Gerência Social/IMAS &#8211; Província Marista Brasil Centro &#8211; Norte</strong></p>
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